terça-feira, 7 de junho de 2011

Primeiro gole.

Saudações leitores.

Como está dito na apresentação deste blog, eu pretendo expor algumas experiências que tenho tido ao utilizar o Glassfish. No caso, como trabalho com o mesmo tanto como professor e como desenvolvedor, alguns posts terão o cunho mais educativo e outros mais "mão na massa". Por fim, também tenho me interessado por acompanhar os trabalhos da equipe de desenvolvimento, e espero ter a capacidade de em algum momento contribuir com o projeto que é FOSS (livre e de código aberto).

O Glassfish é o maior projeto desenvolvido dentro da comunidade java.net, e sua página é http://glassfish.java.net/. Criado pela antiga Sun Microsystems, agora 'pertence' ao portfolio da Oracle após esta haver comprado a primeira no ano de 2010. Apesar da expectativa inicial da comunidade, a Oracle manteve o Glassfish no mesmo modelo de negócio que foi criado, ou seja, mantém desenvolvedores para tocar a comunidade que o desenvolve, e disponibiliza patches e suporte aos clientes que desejem pagar pelos mesmos. Na minha opinião este é o melhor dos dois mundos: facilidade para começar, e confiabilidade na permanência.

O Glassfish é a implementação de referência para as especificações da JEE (Java Enterprise Edition), ou seja, é normalmente o primeiro a ter todas as tecnlogias especificadas empacotadas e prontas para suar. Uma outra característica muito interessante é a sua tecnologia de modularização. Utiliza desde sua versão 3 uma arquitetura baseada em módulos OSGi que (apesar de ser um termo obsoleto) é um padrão de comitê pra a criação de sofware Java modularizado. Isso permite a montagem do servidor de aplicação personalizado (assunto que abordarei em breve), o que ajuda a diminuir a memória utilizada pelo sistema em execução, principalmente porque os módulos são carregados apenas quando necessários.

É isto. Com este post de apresentação, finalizo apontando para a página de downloads da última versão (3.1) disponibilizada. Mas vamos com calma. Em breve pretendo dar uma apresentada nos principais conceitos necessários ao desenvolvedor iniciante. Mas para àqueles que já têm seu .WAR na mão, escolha a distribuição desejada, instale, execute, implante, e bom trabalho.

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